Um grupo de estudantes decide gravar um filme de terror. O que eles não esperavam, era que eles virariam protagonistas quando eles começam a ser atacados por mortos-vivos de verdade.
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Ficha Técnica ..::
Título
Original: Diary of the Dead.
Origem: Estados Unidos, 2007.
Direção: George A. Romero.
Roteiro: George A. Romero.
Produção: Sam Englebardt, Peter Grunwald, Ara Katz e Art Spigel.
Fotografia: Adam Swica.
Edição: Michael Doherty.
Música: Norman Orenstein.
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Elenco ..::
Michelle Morgan, Joshua Close, Shawn Roberts, Amy Ciupak Lalonde, Joe Dinicol, Scott Wentworth, Philip Riccio, Chris Violette, Tatiana Maslany, Todd Schroeder, Daniel Kash, Laura DeCarteret, Martin Roach, Megan Park, George Buza, Tino Monte, Matt Birman, Gregory Nicotero, Donna Croce, Nick Alachiotis, R.D. Reid, Scott Gibson, Jamie Bloch, Kyle Glencross, Boyd Banks, Janet Lo, Jak Birman, Trish Adams, Alan Van Sprang, Ron Payne, Shelley Cook, James Binkley, Anthony Cancelliere, Wes Craven, Alexandria DeFabiis, Stephen King, Simon Pegg, George A. Romero, Quentin Tarantino e Guillermo del Toro.
George A. Romero dedicou grande parte de sua vida para levas às telas as histórias dos zumbis e mortos-vivos que habitam o seu imaginário. Sempre com qualidade, sempre com uma forte crítica social como pano de fundo e buscando a r sua reinvenção.
Em Diário dos Mortos ele prova mais uma vez que o tem ainda não se esgotou. Pelo menos para ele. E se inova em utilizar uma linguagem moderna, a câmera tremida e o tom documental da produção, derrapa em uma edição cansativa e uma narração apagada, que torna o filme quase que insuportável em sua metade.
Seus zumbis continuam inexplicáveis, surgindo do nada e indo também para o nada. Mas algumas boas refelexões dos personagens centrais - um grupo de jovens estudantes de cinema - um final completamente aberto e linha tênue entre a redenção e a descrença completa no ser humano fazem com que o filme valha a pena.
Uma boa pedida para os fãs do gênero e também para aqueles que forem assistir sem esperar muita coisa. Embora fraco, há um pouco de George Romero reconhecido em muitas cenas. E, só isso, já vale a pena.